Feira de Santana, sexta, 18 de abril de 2014
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GLICH fala sobre preparativos para 10ª Parada Gay de Feira de Santana

Foto meramente ilustrativa

Está tudo pronto para a 10ª Parada Gay de Feira de Santana, é o que afirma Fábio Ribeiro, membro do GLICH (Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual) e um dos organizadores do evento. De acordo com ele, a expectativa é que cerca de 50 mil pessoas façam parte do desfile que ocorre no próximo dia 28 de agosto. Na cidade, este é o segundo evento em quantidade de público, perdendo apenas para a Micareta, afirma Fábio.

Ele lembra que a Parada Gay começou no Brasil em 1995 e na Bahia chega em 2002, com a realização em Salvador e Feira de Santana. O evento feirense começou de maneira tímida com cerca de 600 pessoas e um trio elétrico e hoje já leva às ruas três trios elétricos, ressalta. “[o homossexual] passa o ano sofrendo com a discriminação e tem um dia pra levar o orgulho da sua sexualidade”, define Fábio. Ele avalia que hoje em dia muitas pessoas já apóiam o movimento, “com certeza mais um ano de sucesso deste evento em Feira”.

“Um dos objetivos da parada é levar da questão da cultura e do modo de viver do LGBT”, destacou Fabio. Ele explica que ainda há uma grande discussão para algumas questões, “que para nós são simples”, como beijar em público ou pegar na mão, afirmou.  

História do movimento gay baiano

Fábio explicou que o movimento gay na Bahia é o mais antigo do país, com 32 anos de fundado, e tem como precursor, o chamado decano, Luiz Mott, que é o militante mais antigo e que trouxe o movimento gay para a Bahia na década de 80.

Com informações do programa Bom Dia Feira

(Por Daniela Oliveira)

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